domingo, 11 de maio de 2008

Mães...

Oieeee!!!
Em pleno domingo, quase meia-noite estou eu aqui postando...
Mas como hoje não foi um dia comum, tá valendo!

Dia das Mães

MÃE- Terá no mundo mistério maior? Como um ser pode ser gerado dentro de outro, alimentando-se, respirando..., sem prejudicar a nenhum dos dois? Como pode ainda seres humanos que nunca se viram antes, como no caso da adoção, terem amor tão incondicional?

Terá vínculo de amor maior do que o materno??
Eu acredito que não...

Mãe não é aquela que simplesmente gera, mas a que ajuda a formar caráter, construir conceitos éticos e morais. Que ama acima de qualquer coisa.

Embora existam diferentes tipos de mães, uma coisa é fato: sempre pensam no melhor para seus filhos. É claro que não incluo aí, as mentes doentias...Essas nem podem ser chamadas de "mãe".
Existem as mães superprotetoras, as presentes, as ausentes e as "fora da área de cobertura". Aquela que tá sentada do lado do filho, mas que não quer ouvir o que ele tem a dizer...Na maioria das vezes por terem seus dias atribulados, acabam por desperdiçar as belas oportunidades que a vida lhe proporciona, e não percebem o beijo que QUASE ganharam, o desenho que QUASE lhe foi entregue, o amor que QUASE lhe foi demonstrado...E o que faltou? TEMPO !!!

Como diz o sábio Pedro Bial: "
Dedique-se a conhecer seus pais. É impossível preverquando eles terão ido embora, de vez. Seja legal com seus irmãos. Eles são a melhor ponte com o seu passado e possivelmente quem vai sempre mesmo te apoiar no futuro...."
Eu apenas completaria com "Dedique-se também ao seus filhos, pois eles crescem com ou sem você por perto, mas um dia, sua ausência será sentida tanto por você, quanto por ele..."

★ ☆MENSAGEM PARA REFLEXÃO★ ☆

Antes que eles cresçam

"Há um período em que os pais vão ficando órfãos de seus próprios filhos. É que as crianças crescem independentes de nós, como árvores tagarelas e pássaros estabanados, e crescem sem pedir licença! Crescem como uma estridência alegre e, às vezes, com alardeada arrogância. Mas não crescem todos os dias, de igual maneira, crescem de repente. Um dia, sentam perto de você no terraço e dizem uma frase com tal maturidade que você sente que não pode mais trocar fraldas daquela criatura.
Onde é que andou crescendo aquela danadinha, que você não percebeu? Cadê aquele cheirinho de leite sobre a pele? Cadê a pazinha de brincar na areia, as festinhas de aniversário com palhaços e amiguinhos e o primeiro uniforme do maternal?
A criança está crescendo num ritual de obediência orgânica e desobediência civil. E agora você está ali, na porta da discoteca, esperando que ela não apenas cresça, mas apareça. Ali estão muitos pais no volante, esperando que saiam esfuziantes sobre patins e cabelos soltos.
Entre hambúrgueres e refrigerantes nas esquinas, lá estão nossos filhos com o uniforme de sua geração: incômodas mochilas da moda nos ombros ou, então, com a blusa amarrada na cintura. Está quente, achamos que vão estragar a blusa, mas não tem jeito: é o emblema da geração.
Pois ali estamos, com os cabelos esbranquiçados. Esses são os filhos que conseguimos gerar, apesar dos golpes dos ventos, das colheitas das notícias e das ditaduras das horas. E eles crescem meio amestrados, observando nossos erros.
Há um período em que os pais vão ficando órfão dos próprios filhos. Não mais os pegaremos nas portas das discotecas e festas. Passou o tempo do ballet, do inglês, da natação e do judô. Saíram do banco de trás e passaram para o volante das próprias vidas.
Deveríamos ter ido mais à cama deles ao anoitecer, para ouvirmos sua alma respirando conversas e confidências, entre os lençóis da infância e os adolescentes cobertores daquele quarto cheio de adesivos, posters, agendas coloridas e discos ensurdecedores.
Não, não os levamos suficientemente ao maldito Play Center, ao shopping, não lhes demos suficientes hambúrgueres e Cocas, não lhes compramos todos os sorvetes e roupas merecidas.
Eles cresceram sem que esgotássemos neles todo o nosso afeto. No princípio, subiam a serra ou iam à casa de praia entre embrulhos, bolachas, engarrafamentos, natais e páscoas, piscina e amiguinhos. Sim, havia as brigas dentro do carro, a disputa pela janela, pedidos de chiclete e sanduíches e cantorias infantis. Depois, chegou a idade em que viajar com os pais começou a ser um esforço, um sofrimento, pois era impossível largar a turma e os primeiros namorados. Os pais ficaram exilados dos filhos. Tinham a solidão que sempre desejaram, mas, de repente, morriam de saudades daqueles “pestes”.
O jeito é esperar. Qualquer hora podem nos dar netos. O neto é a hora do carinho ocioso e estocado, não exercido nos próprios filhos, e que não pode morrer conosco. Por isso os avós são tão desmesurados e distribuem tão incontrolável carinho. Os netos são a última oportunidade de reeditar o nosso afeto. Por isso, é necessário fazer alguma coisa a mais, antes que eles cresçam."
Afonso Romano de Sant´anna

Para MINHA mãe, eu desejo um Dia das Mães especial, tão especial quanto ela, que além de mãe é amiga e essencial para minha formação e principalmente para minha VIDA ! TE AMO hoje, amanhã e sempre!



FELIZ DIA DAS MÃES PARA TODAS AS MÃES!

Beijos,
Isabella

5 comentários:

paladino disse...

eu adorei a postagem fico muito legal. e eu te pergunto no dia dos pais vai fazer uma homenagem tb ?
q temos q lembra q o pai é o q faz a casa funcionar. o pai é q rala de sol a sol e de lua a lua. e ainda tem muitas vezes a imagem de mal so pq chega em casa estrassado do trabalho ou pq ta preocupado com as contas q veem altas de mas e o salario vem baixo de +. tenho q defender a classe do pai q no futuro eu serei pai tb bjsssss

Anônimo disse...

Que lindo o texto do seu blog Isa !!
Um grande beijo

Jorge Filipe

Anônimo disse...

Adorei o Texto
e mãe é o que temos de melhor...
se não fossem elas
nós não existiríamos...
adorei
bjus
Thoni Litsz

Anônimo disse...

Que lindo, Bellinha!
O Dia das Mães, durante um tempo, foi triste para mim, pois havia perdido a pessoa mais importante da minha vida...
Mas, com o passar dos anos, a dor da saudade foi dando espaço às boas lembranças,aos bons momentos que tive e que passei ao lado daquela pessoa maravilhosa, fundamental em minha vida, minha Mãe...
Hoje sinto saudades, porém, no dia em que homenageamos as nossas progenitoras, penso nas coisas boas, em como ela foi essencial em minha vida e em como contribuiu para que eu me tornasse a pessoa que sou hoje... assim, sinto que ela, mais do que nunca, está viva, pois representa tudo o que sou...
Um beijo grande!

Unknown disse...

Embora com atraso, obrigada pela mensagem, minha fofa !
Amo você, sempre.